

GOTAS DE ÓLEO
Num quarto modesto, o doente grave pedia silêncio. Mas a velha porta rangia nas dobradiças cada vez que alguém a abria ou fechava. O momento solicitava quietude, mas não era oportuno para a reparação adequada. Com a passagem do médico, a porta rangia, nas idas e vindas do enfermeiro, no trânsito dos familiares e amigos, eis a porta a chiar, estridente.
Aquela circunstância trazia, ao enfermo e a todos que lhe prestavam assistência e carinho, verdadeira guerra de nervos.
Contudo, depois de várias horas de incômodo, chegou um vizinho e colocou algumas gotas de óleo lubrificante na antiga engrenagem e a porta silenciou, tranqüila e obediente.
A lição é singela, mas muito expressiva.
Em muitas ocasiões há tumulto dentro de nossos lares, no ambiente de trabalho, numa reunião qualquer. São as dobradiças das relações fazendo barulho inconveniente. São problemas complexos, conflitos, inquietações, abalos...
Entretanto, na maioria dos casos nós podemos apresentar a cooperação definitiva para a extinção das discórdias.
Basta que lembremos do recurso infalível de algumas GOTAS DE COMPREENSÃO e a situação muda.
-Algumas GOTAS DE PERDÃO acabam de imediato com o chiado das discussões calorosas.
GOTAS DE PACIÊNCIA no momento oportuno podem evitar grandes dissabores.
GOTAS DE CARINHO, penetram as barreiras mais sólidas e produzem efeitos duradouros e salutares.
Algumas GOTAS DE SOLIDARIEDADE e FRATERNIDADE podem conter uma guerra de muitos anos.
- É com algumas GOTAS DE AMOR que as mães dedicadas abrem as portas mais emperradas dos corações confiados à sua guarda.
- São as GOTAS DE PURO AFETO que penetram e dulcificam as almas ressecadas de esposas e esposos, ajudando na manutenção da convivência duradoura.
- Nas relações de amizade, por vezes, algumas GOTAS DE AFEIÇÃO são suficientes para lubrificar as engrenagens e evitar os ruídos estridentes da discórdia e da intolerância.
Dessa forma, quando você perceber que as dobradiças das relações estão fazendo barulho inconveniente, não espere que o vizinho venha solucionar o problema.
Lembre-se que você poderá silenciar qualquer discórdia lançando mão do óleo lubrificante do amor, útil em qualquer circunstância, e sem contra indicação.
Não é preciso grandes virtudes para lograr êxito nessa empreitada.
Basta agir com sabedoria e bom senso.
Às vezes, são necessárias apenas algumas GOTAS DE SILÊNCIO para conter o ruído desagradável de uma discussão infeliz.
E se você é daqueles que pensa que os pequenos gestos nada significam, lembre-se de que as grandes montanhas são constituídas de pequenos grãos de areia.
Pense nisso...
Fonte: http://www.sokarinh os.com.br





Escrito por Angela às 14h00
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ESCOLHA SÁBIA

Certa vez uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas, sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu. Então ela disse: - Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor, entrem e comam algo. - O homem da casa está? "Perguntaram." - Não, não está ,disse ela. - Então não podemos entrar. Eles responderam. A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu. - Vá e diga que estou em casa e convide-os a entrar. A mulher saiu e convidou-os a entrar. - Não podemos entrar juntos. Responderam. - Porque isto? Perguntou o casal Eles quiseram saber. Um dos velhos explicou-lhe:
- Seu nome é FARTURA. Ele é o SUCESSO e eu sou o AMOR. "E completou:" - Agora decida com seu marido qual de nós vocês querem em sua casa. O casal se olhou e o marido disse: - Que bom! Neste caso vamos convidar a FARTURA. Deixe-o entrar e encher a nossa casa de fartura. A esposa discordou: - Meu querido porque não convidamos o SUCESSO? A cunhada dele ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão: - Não seria melhor convidar o AMOR? Nossa casa estará então cheia de amor. Disse o marido para a esposa: - Vamos seguir o conselho da minha cunhada. Vá lá fora e chame o AMOR para ser nosso convidado. O AMOR levantou-se e seguiu em direção a casa. Os outros dois levantaram e seguiram-no. Surpresa o casal perguntou: - Apenas convidei o AMOR, porque vocês dois entraram? Os velhos homens responderam juntos: - Se você convidasse a FARTURA ou o SUCESSO, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o AMOR, onde ele for iremos com ele. Reflita sobre esta lição : Onde há AMOR, há também FARTURA e SUCESSO!!!




Escrito por Angela às 18h03
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Ontem pela manhã fui ao ortopedista (especialista em quadril) olhar o meu problema na bacia, e confesso, se não tivesse Deus na minha vida, ficaria desesperada, pois ele me disse que não pode fazer nada, pois o meu problema é congênito, o que pode ser feito é apenas um tratamento para amenizar as dores,cirurgia agora não resolveria, mais tarde talvez! Ele disse também que não posso deixar de usar a minha terceira perna, bengala, esta eu até já me acostumei com ela.
A tarde fui em outro ortopedista( este agora especializado em ombros),tudo pronto marcamos a cirurgia pra consertar meu braço esquerdo para proximo dia 21 de maio, vepera do feriado, vamos por etapa, assim que melhorar farei do braço direito. Em matéria de cirurgia já tiro de letra, pois sempre tem um lugarzinho pra emendar, acho que vou entrar pro livro dos recordes, já vou pra minha décima nona, rs... rs...
Ainda bem que Deus criou homens e os capacitou para serem médicos e cirurgiões, assim podemos melhorar nossa qualidade de vida. Agora é só contagem regressiva e com fé em Deus tudo dará certo.


A PEDRA E O MESTRE...
Num lindo dia...
Havia uma pedra, bela e grande. Um dia, alguém passou por ali e vendo a pedra, pôs-se a contemplá-la. Ficou por um longo tempo olhando os contornos da pedra, as flores que a rodeavam e o sol que parecia deixá-la mais bonita. Disse para si mesmo: esta é a Pedra do Mestre. Posso Vê-lo sentado sobre ela a sorrir para mim. E entrou em êxtase rapidamente. Foi quando outra pessoa chegou e lhe falou: Estou há algum tempo a observar-te, de frente para esta pedra, e penso: o que pode levar alguém sorrir por tanto tempo a uma pedra e, sinceramente, não encontro um justo motivo que possa me convencer de que não estejas perdendo teu tempo. Ele voltou-se para o estranho que invadira seu momento com o Mestre: Pois bem. Fico também pensando em algo: O que pode levar alguém a perder seu tempo tão precioso querendo entender algo que está somente para ser sentido. Eu olho para a pedra e vejo Deus. Eu olho para a pedra e sinto Deus. Tu olhas para a mesma pedra, mas nada vês e com tua mente julgas o que não estás sentindo. Para tornar-te um sábio, meu amigo, é preciso que vejas e sintas com o coração. Só assim poderás ver, mesmo numa pedra, a presença de Deus a abençoar-te...



Escrito por Angela às 16h00
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Olimpiadas de seattle

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: - Pronto, agora vai sarar! E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos... Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas com certeza, não eram deficientes espirituais...

"Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos..."



Escrito por Angela às 23h42
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meus companheirinhos de todos os momentos



abril de 2008


março de 2008


recebi achei interessante e estou postando

O Cão do Missionário
Um missionário, de férias na Inglaterra, seu país natal, comprou um pequeno cão feito de bronze e o levou para a Birmânia, seu campo de atividades. Colocou a estátua bem em evidência diante de sua porta. Os indígenas, fortemente intrigados, interrogaram o evangelista:
- Por que puseste este cão diante da tua porta?
- Porque muitas vezes fico sozinho em casa. Tenho necessidade de um cão que me proteja, e que durante a noite, me avise do perigo.
- Mas o teu cão não vê nada, não entende, não ladra e não morde. Como poderá ele proteger-te contra os ladrões? O teu cão é apenas um pedaço de bronze!
- Pois é! – disse o missionário – e os vossos ídolos de que são feitos? De madeira, de pedra, e metal. Eles não vêem e nem entendem mais do que o meu cão. E vós vos prostrais diante deles, adorando-os, pretendendo que eles vos protejam! Quantas vezes vos tenho dito que só Deus é o verdadeiro Deus, e que deu o seu Filho por vós, a fim de que, todo aquele que nele crê tenha a vida eterna? Abandonai esses falsos ídolos e voltai-vos para Deus.
A multidão dispersou-se silenciosa e pensativa. E cada vez que um pagão adorador dos falsos deuses, passava diante da porta do missionário, o cão de bronze parecia lhe dizer: “Assim são todos os teus ídolos”.
O leitor pensará, talvez, que aqui não há qualquer ensinamento para nós. Não somos pagãos, mas a advertência do apóstolo João é sempre atual: “Guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5. 21). Os ídolos escondem-se sob nomes bem conhecidos: dinheiro, ciência, ambição e muitos outros. E eles podem ocupar o nosso coração; um lugar que pertence somente a Deus.
Vamos meditar em:
Josué cap. 24. 14-15.
Salmos 115.
Que Deus Abençoe a Todos!
Extraído do livro: Conta outra.
Elias Torres

Escrito por Angela às 11h36
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Estejam a disposiçao para copiar o que desejarem.
FELIZ DIS DAS MÃES!!!



RECORDAÇÕES DE MINHA INFANCIA













Escrito por Angela às 10h27
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RETRATO DE MÃE.

Uma Simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus;
e pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo; que, sendo moça pensa como uma anciã e, sendo velha , age com as forças todas da juventude;
quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida e, quando sábia, assume a simplicidade das crianças;
pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama, e, rica, empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos;
forte, entretanto estremece ao choro de uma criancinha, e, fraca, entretanto se alteia com a bravura dos leões;
viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam, e, morta tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome desta mulher se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum: porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página: eles lhes cobrirão de beijos a fronte; e dirão que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria Mãe.
(Tradução de Guilherme de Almeida)
Don Ramon Angel Jara







Escrito por Angela às 17h56
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Mãe No Asilo

Meu querido filho! O quanto terei que esperar por este teu chegar?
E como me vai ser difícil, quanto me vai ser dura esta espera;... Esta tua demora.

Conto os dias... Conto as horas; nada... Eu te chamo! Te espero! Me desespero. Olho e torno a olhar; nada... Tu não chegas

Jamais pensei, ou antes, não queria acreditar que um dia eu ficasse aqui, a tua espera, neste depósito, neste asilo, e nunca mais, te visse chegar.
O meu coração está de luto;
te Chamo! Te procuro! Acendo a luz, e não te vejo, continuas no escuro.
Dias destes filho, eu lavava e trocava tuas fraldas. Com todo o carinho do mundo, embalava-te entre meus braços, encantava-me com teus sorrisos e graças.
Ficaste tão grande filho!!! Já não mais cabias; como não cabe esta dor dentro de mim; estes meus prantos.
Meu querido filho: Se Falhei ...Não te compreendi; não te fui uma mãe boa;
Perdoa-me... Fiquei no passado fui ultrapassada pelos dias modernos.
Agora, já tenho as minhas pernas combalidas; estou enfraquecida por esta longa espera.

Possivelmente filho quando tardio chegares, em meu leito derradeiro, notarás uma outra mãe em meu lugar; desculpa-me filho! Tive que partir sem despedir-me de você, pois chegou a minha vez; à minha hora.

Cumpri a missão delegada pelo Criador; adeus filho!!!
Valeu toda a alegria e felicidade que proporcionaste-me.
Filho! Filho! Quando o tempo lhe permitir
Olha para o infinito do luzeiro noturno
Notarás uma nova estrela, brilhante e cintilante.
É o meu coração, pulsando por você, que ficou na terra.
Adeus filho!!! Adeus!!!
Tens a minha bênção.
Douglas Skaramouch





Escrito por Angela às 12h52
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O AMOR DE MÃE NASCE NA ALMA E NÃO NO SANGUE

O sonho estava tão perto, como não pude perceber antes?
Fomos chamados, enfim chegara nossa vez na longa fila de espera pelo nosso segundo filho, que emoção, que alegria, o ar mal entrava em meus pulmões, não havia fôlego, só de pensar que estávamos indo buscar nosso pequeno... não dava para acreditar.
Enfim, chegamos no Abrigo que hospedava nosso filho. Passa por um, passa por outro, mostram-se papéis, berçário, crianças, e... finalmente alguém nos diz: “pode entrar naquela sala, o menino que vocês vieram conhecer está logo ali no 1º berço!”
O “1º berço”: havia um nenezinho, fraquinho, pequenino, com conjuntivite nos olhos, mal conseguia abri-los, aqueles olhinhos pretos, inchados, fixos em nossa direção, como que numa súplica: “só quero ser amado”. Naquele momento, ele estirou um sorriso, que por toda minha existência jamais será esquecido. Aquele era o MEU FILHO!
Soubemos, que nosso filho fora abandonado em um hospital aos dois meses de vida, com infecção generalizada, meningite, desnutrição aguda, anemia, cianose, passando por 2 transfusões de sangue, ficou na U.T.I. por duas semanas. Era um histórico assustador, mas não vacilamos um só momento.
Toda mãe sonha em ter um filho perfeito, bonito, inteligente, mas na hora em que os olhares se cruzam, você intui, se é o seu, não importa cor, tipo de cabelo, saúde, histórico de vida, não importa nada, o que conta é o “daqui para frente”. E assim o foi, trouxemos nosso filho para casa.
De imediato nosso pequeno foi cercado de muito amor por toda a família e amigos, apesar de doentinho, estava sempre sorrindo.
Levamos nosso filho ao médico, que após examinar, nos deu um conselho: “Devolva!”. Eu com meu filho nos braços, ouvindo o parecer do médico, desesperada, sim desesperada!. O que faria agora? Por onde começar a luta? O médico falou que meu bebê ficaria anão, poderia ter seqüelas da meningite, sofrida com tão pouco tempo de vida, poderia ser um portador do temeroso vírus HIV, afinal de contas foram 2 transfusões de sangue, poderia ter problemas mentais, pois havia chegado ao hospital com cianose, tinha broncopneumonia. Meu Deus, o que fazer? Devolver jamais passou por nossas mentes, ele era nosso!
Eu só conseguia chorar. Meu marido, forte batalhador, grandioso homem, virou para mim e disse: “Meu bem, se nosso filho tiver que parar de crescer mais cedo do que as outras crianças, se for portador de alguma deficiência, o que poderemos fazer? Assim é a vida, não chore. O importante é lutarmos para recuperar esses seis meses de vida que nosso filho teve de sofrimento em função da ausência do LAR.”
Chorei por três dias e três noites, acordava no meio da noite para chorar, não achava uma saída, após o 3º dia, acordei, resolvi parar de chorar e ir à luta. De lá para cá passamos por uns 15 médicos. Se alguém me falava, olha tem um médico na “China” que vai curá-lo, lá íamos nós. Nessa jornada, passamos com ele por médicos alopatas, espíritas, homeopatas, acupunturistas, massagistas, especialistas em florais, “benzedores”, etc. Quando ele piorava, corríamos ao Pronto Socorro, para atendimento de urgência, e logo no início do dia seguinte, levávamos ao seu pediatra. Remédios, remédios e mais remédios. Quando tudo parecia melhorar, ele tinha outra recaída. Chegou a ficar uma semana internado com dificuldades respiratórias. Tudo parecia estar acontecendo. E assim foi indo, o dia todo, todos os dias...
Depois que ele saiu do hospital, já mais fortalecido, começamos a fazer os exames. Atualmente, ele se encontra recuperado, não tem nenhuma deficiência, não sofre mais de doença alguma, atingiu a altura normal, é uma criança que chama atenção dos outros na rua de tão lindo que é. Com todo amor do mundo, ele ultrapassou todos os obstáculos.
Emagreci 12 kg, mas aprendi a ser forte, encarar os fatos da vida como nos são trazidos. Ergui minha cabeça e lutei muito.
Hoje, tenho um filho que toda mãe sonha: um menino dócil, amável, ativo, inteligente, bonito, e tão normal quanto qualquer outra criança da idade dele. Porém, em especial: um enviado de Deus.
Escapou da morte para nos trazer a vida!
Assinado Mãe coruja!
Fonte:
depoimento recolhido no site Filhos Adotivos
www.filhosadotivos.com.br

Escrito por Angela às 15h37
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MÃE QUEM É VOCÊ?
Mãe, quem é você? Se estou feliz, quantas vezes te esqueço; se estou triste, quantas vezes te procuro.

Mãe, quem é você, que eu critico, de quem eu exijo coisas tão pequenas para satisfazer a minha comodidade, mas a quem peço a maior ajuda nos instantes mais difíceis?

Mãe, quem é você, para quem eu tantas vezes esqueço o meu carinho, e de quem exijo tanta atenção?

Mãe, quem é você, com que discuto e para quem peço conselhos? Mãe, quem é você, para quem reclamo sempre, e para quem guardo o abraço maior e a maior ternura.

Mãe, eu sei,
Você só é... AMOR.
Maria Helena Gouveia
 
Escrito por Angela às 19h39
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“DIA DAS MÃES”
Mãe! Eu volto a te ver na antiga sala
Onde uma noite te deixei sem fala
Dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
Porque a sina das mães é esta sina:
Amar, cuidar, criar, depois... perder.

Perder o filho é como achar a morte,
Perder o filho quando, grande e forte,
Já podia ampará-la e compensa-la.
Mas neste instante uma mulher bonita,
Sorrindo, o rouba: e a velha mãe aflita
Ainda se volta para abençoá-la.

Assim parti, e nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste,
Fui para o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silêncio frio,
Olhando o leito que deixei vazio,
Cantando uma cantiga de ninar.

Hoje volto coberto de poeira
E te encontro quietinha na cadeira,
A cabeça pendida sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo.
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
Não sinto que me caiba esse direito.

O direito de dar-te este desgosto,
De te mostrar nas rugas do meu rosto
Toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires a expressão horrível
Da minha máscara irreconhecível,
Minha voz rouca murmurar: “Sou eu!”

Eu bebi na taberna dos cretinos,
Eu brandi o punhal dos assassinos,
Eu andei pelos braços dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias,
Eu fui vilão em todas as tragédias,
Eu fui covarde em todas as batalhas.

Eu te esqueci: as mães são sempre esquecidas,
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
E só agora, quando chego ao fim,
Traído pela última esperança,
E só agora quando a dor me alcança
Lembro quem nunca se esqueceu de mim. | | |